Agora evangélico, Yudi diz que Priscila o ajuda “a caminhar com o Senhor

03/12/2017

Quem cresceu acompanhando o programa “Bom Dia e Cia.”, nas manhãs do SBT , apresentado por Yudi Tamashiro e Priscilla Alcantara talvez não saiba que hoje em dia eles são irmãos na fé.

Priscilla, que vem de família evangélica, depois de sair da TV ficou conhecida como cantora de música gospel. Ela frequenta a igreja Bola de Neve e seguidamente fala sobre sua fé em seu popular canal do Youtube.

Já Yudi vem passando por uma grane mudança na carreira e na vida pessoal. Estrelando seu próprio programa na Record News, ele venceu recentemente o reality show Dancing Brasil. Mesmo com uma carreira musical consolidada, ele disse que não estava “completo”.

Em um programa de TV afirmou na semana passada: “Durante muitos anos tive problemas, era preso a várias coisas do mundo, bebidas, mulheres… Mas chegou um momento da minha vida em que eu precisava mudar… encontrei a igreja e pra mim foi maravilhoso. Eu tenho vivido momentos especiais, de felicidade verdadeira”.

Recentemente ele divulgou que havia se convertido e resolveu se batizar. Frequentador da igreja Bola de Neve de Alphaville, em São Paulo, o apresentador vem mostrando nas redes sociais um pouco dessa mudança.

Com frequência ele publica nas redes sociais versículos. No mais recente, ao lado de uma fotografia sua dando testemunho na Bola, escreveu: “Não morrerei, mas viverei; e contarei as obras do Senhor”.

Nesta quinta-feira (30) postou a imagem do seu reencontro com Priscilla Alcantara. “Deus coloca os verdadeiros amigos na nossa vida para serem uma bênção e para nos ajudar a caminhar com o Senhor”, assegurou.

Resgate não é gospel, afirma Zé Bruno

01/12/2017

Com quase 30 anos de carreira e 15 discos lançados, a banda Resgate foi uma das pioneiras do movimento musical que na década de 1990 ganhou o rótulo de “gospel”. O motivo para que praticamente todos os artistas que faziam música com letras cristãs, independentemente do estilo, fossem chamados assim é por que a maior gravadora da época se chamava “Gospel Records”.

Ligada à Igreja Renascer em Cristo, do apóstolo Estevam Hernandes e a bispa Sônia, os artistas contratados pela gravadora tinham espaço garantido nas Marchas para Jesus, promovidas pela igreja em São Paulo e que depois tornaram proporções nacionais. Suas músicas também tocavam na Rede Gospel de rádio, antiga Manchete, também da Renascer. Passadas duas décadas, os mais variados estilos musicais de artistas evangélicos no Brasil ainda são chamados de “música gospel”. Em entrevista ao canal do YoutubeDois Dedos de Teologia, Zé Bruno, vocalista da banda Resgate, afirmou que não gosta que sua banda seja chamada assim.

“A gente faz rock”, disse ele a Yago Martins, deixando claro que “A minha tentativa é me desvincular desse rótulo”. Pastor da igreja Casa da Rocha, em São Paulo, Zé Bruno esclareceu que “A cosmovisão aonde eu componho as canções é a cosmovisão cristã. A lente pela qual eu leio tudo o que eu vejo é o evangelho. As respostas que eu tenho para o que eu vejo na sociedade estão no evangelho”.

Porém, assegura ele, “eu não preciso ser gospel para fazer isso”. Com a autoridade de quem fez parte desse movimento musical desde o início, afirma que acabou virando “um segmento de mercado” e isso o decepcionou. Como líder de uma igreja local e ao mesmo tempo músico, ele explica que tem uma percepção um pouco diferente sobre o louvor. “Eu não faço música para louvar a Deus, por que Deus não precisa que eu cante para que ele saiba que eu o louvo”, enfatizou.

Zé Bruno defende que, na sua perspectiva teológica, “a minha vida é um louvor. Tudo o que eu faço é um louvor. O jeito como eu trabalho, como eu me relaciono com as pessoas, como educo os meus filhos…. tudo o que faço é pra glória de Deus… A música que eu faço também glorifica a Deus”. O pastor faz questão de deixar claro que, “Deus não fica esperando eu ir na igreja para louvar a Ele”.

Avaliando o cenário da chamada “música gospel” no país, o vocalista do Resgate diz que ela deixou de ser vertical – apontando para Deus – e passou a ser horizontal, apontando para o próprio ser humano, do tipo “Eu vou ganhar, eu vou ser….”

Fonte: Gospel Prime

Neffos X1 é um celular desconhecido tão bom quanto o Moto G5 Plus

03/10/2017

Se você conhece a marca TP-Link, provavelmente é por causa dos roteadores. Mas recentemente a empresa lançou também alguns celulares no mercado brasileiro. Os modelos lançados foram o X1 e o X1 Max. E o Olhar Digital recebeu da empresa uma versão do X1 Max para testar.

O dispositivo tem configurações intermediárias boas, como 3GB de RAM, 32GB de armazenamento com espaço para cartão microSD e processador MediaTek Helio P10. Fora isso, ele câmera traseira de 13MP e frontal de 5MP, tela LCD Full HD de 5,5 polegadas e bateria com 3000 mAh de capacidade.

Na teoria, é um dispositivo bem capaz, ainda mais considerando seu preço sugerido de R$ 1.100. E, na prática, essa impressão se confirma. O aparelho tem um custo-benefício muito bom, e oferece alguns recursos até mesmo comparáveis aos de celulares um pouco mais caros - mas não deixa de ter alguns probleminhas.

Design

Um dos primeiros aspectos impressionantes do X1 Max é a sua aparência. Ele tem um corpo inteiro de metal, que também parece bem resistente. Na parte frontal, há bordas acima e abaixo da tela: acima ficam o sensor infravermelho, o alto-falante e a câmera frontal; embaixo, três botões capacitivos. O do meio é a tradicional bolinha do Android, mas os dos lados são apenas traços: eles podem ser configurados para que um deles seja o “voltar” e o outro seja o “apps recentes” - é legal que você possa escolher qual é qual.

Na parte superior da traseira, há uma protuberância quase imperceptível na qual ficam a câmera traseira, o flash e o sensor de impressões digitais. O tamanho pequeno do sensor, inicialmente, me preocupou. Mas, surpreendentemente, ele foi um dos melhores que eu já usei: mesmo com o dedo um pouco molhado ou engordurado, ele destravava a tela todas as vezes. Nem tudo no X1 Max funciona muito bem, mas o sensor biométrico funciona perfeitamente.

Em uma das laterais, há o botão de aumentar/diminuir volume e o de destravar a tela. Eles ficam bem posicionados e facilmente ao alcance do dedão da mão direita (ao menos da minha mão, que é um pouco grande). Do lado esquerdo, há algo interessante: uma pequena alavanca semelhante à dos iPhones, que liga ou desliga o modo silencioso. Deixá-la para cima faz com que o celular não emita sons, apenas vibre. É um recurso útil, e uma primeira indicação de que a TP-Link se inspirou nos celulares da Apple para fazer o seu.

Felizmente, ao contrário da Apple, a TP-Link incluiu uma porta P2 de fones de ouvido, na parte superior do aparelho. Na parte inferior, há o microfone, outro alto-falante e o conector microUSB que é usado para carregar o aparelho e transferir dados. É um pouco negativo que a empresa não tenha optado por um conector USB-C, já que a tendência é que ele se torne cada vez mais popular. Por enquanto, pelo menos, não tem muito problema.

Software e performance

A primeira impressão que o aparelho dá por fora é positiva; ao ser ligado, porém, as coisas azedam um pouco. O Neffos X1 Max usa uma versão do Android modificada pela TP-Link que “se inspira” na iOS. Um resquício disso é o fato de que ela não tem gaveta de aplicativos: todos os apps instalados no aparelho ficam na tela inicial, em diferentes páginas. Você pode agrupá-los como quiser, mas, no caso da maioria deles, não é possível removê-los.

Aplicativos pré-instalados e que não podem ser desinstalados nunca são legais. Os apps que vem no X1 Max não são particularmente inúteis, pesados ou invasivos, pelo menos. E você sempre pode instalar um aplicativo como o Nova Launcher ou o Google Now Launcher para mudar a cara do sistema. Mas isso não muda o fato de que os apps não podem ser apagados.

Há algo, no entanto, que não é tão simples assim de se mudar: durante nosso período de teste com o X1 Max, ele apresentou algumas demoras excessivas em carregar aplicativos e trocar entre apps abertos. E, em uma ocasião, ele ficou instável e só voltou a funcionar normalmente depois de uma reinicialização.

Após a instalação do Google Now Launcher, as lentidões ficaram menos comuns e o celular não fico mais instável. O único porém foi o app de relógio: embora o relógio pré-instalado funcione bem, o relógio do Google, que eu instalei depois, não funcionou. Eu ativei apenas o alarme dele, fui dormir e perdi a hora. Pode ser um caso isolado, mas a sensação de mau funcionamento permaneceu. É muito frustrante que o dispositivo funcione pior com o software dela do que com o do Google. Se o Android foi modificado, deveria ser para oferecer uma experiência melhor, e não o contrário.

Com outro launcher instalado, pelo menos, o X1 Max oferece o tipo de performance que se espera de um dispositivo intermediário. O Antutu Benchmark coloca ele entre o Moto G5 e o Moto G5 Plus, o que provavelmente é graças aos seus 3GB de RAM. O celular não demora muito para instalar, abrir ou trocar entre aplicativos, executa até mesmo games pesados com boa qualidade. Para um uso cotidiano (jogos, WhatsApp, Uber, etc.), ele é mais do que suficiente.

Bateria

Quanto à duração da bateria, o X1 Max não decepciona, mas também não impressiona. Ele tem uma bateria de 3000 mAh que, para sua tela de 5,5 polegadas com resolução Full HD, é suficiente para garantir um dia completo de uso - mas não muito mais do que isso.

Num dia de uso relativamente intenso - com jogos, redes sociais, apps que usam o GPS e aplicativos de mensagem - o celular chega ao final da noite com uns 20% de bateria. Se, por exemplo, você sair do trabalho e emendar um happy hour até tarde da noite, a bateria do celular pode acabar antes de dar tempo de você chamar um Uber.

De qualquer maneira, não se trata exatamente de um defeito: se você sabe que ainda vai precisar do celular por mais tempo, basta usá-lo um pouco menos, ou ativar o modo de economia de energia do celular, para que ele renda um pouco mais. Por outro lado, o X1 Max perde a oportunidade de se destacar em um aspecto que mesmo celulares top de linha ainda deixam um pouco a desejar.

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